31/03/2018

Auto Draw: Google cria 'Paint inteligente' que ajusta desenhos ruins

O Google desenvolveu uma ferramenta que promete facilitar a vida de pessoas que não sabem desenhar: a Auto Draw. A novidade ajuda os usuários que tem dificuldade em fazer desenhos — usando o mouse ou canetas stylus — e ajusta os traços que são feitos na página em branco da plataforma para linhas perfeitas. Feito a partir de inteligência artificial, a ferramenta teve a colaboração de artistas, estúdios e designers, como Hawraf Studio, Erin Butner, Julia Melograna, Pei Liew, Simone Noronha, Tori Hinn e Creative Studio. O Auto Draw tem a aparência muito parecida com o Paint, com funções mais elaboradas — como a sugestão de figuras a partir de traços desenhados. Está disponível em diversos navegadores, como Chrome, Firefox, Safari e Internet Explorer e é possível acessar pelo celular, tablet ou computador. Leia mais >>>

11/03/2018

Geógrafo cria mapas digitais incríveis e coloridos

Quando o geógrafo europeu Robert Szucs começou a criar mapas digitais coloridos como um hobby, ele não pensava que seus trabalhos iriam servir como artefatos decorativos. Mas quem disse que não dá para aliar os conhecimentos cartográficos com a arte? Ler mais >>>

10/03/2018

Programas de música famosos nos anos 2000

Um dos aplicativos mais baixados e usados naquela época para ouvir MP3, o Winamp era conhecido por sua versatilidade e skins extravagantes. Com ele, era fácil criar playlists e salvá-las em formato de arquivo no PC. Criado em 1997, o programa fez muito sucesso nos anos 2000, com a popularização do computador pessoal e a chegada da Internet na casa das pessoas. Após um grande período de sucesso no Windows, o Winamp também chegou ao Mac OS e Android, mas hoje não está mais disponível em nenhuma plataforma. Leia mais >>>

28/07/2017

Em terra de robôs, quem tem alta escolaridade pode virar rei

Com o advento de novas tecnologias, como a inteligência artificial, os carros autônomos e a análise de grandes volumes de dados (o chamado big data), a expectativa é que as máquinas e os computadores passem a substituir outras tarefas que hoje só podem ser realizadas por pessoas. Já existem algoritmos que fazem a seleção de candidatos a vagas de emprego no recrutamento de empresas e também carrinhos autônomos que transportam produtos dentro de uma central de distribuição. Muito mais está por vir.   Leia mais >>>

23/05/2016

Como a internet das coisas vai atropelar o capitalismo

Nos últimos 300 anos, o mundo passou por duas revoluções industriais: a primeira liderada pela Inglaterra no fim do século XVIII, e a segunda, pelos Estados Unidos, algumas décadas depois. O pioneirismo transformou esses paí­ses em potências mundiais. De acordo com o pensamento do economista norte-americano Jeremy Rifkin, foi dada a largada para uma nova corrida industrial entre as nações, e desta vez a Alemanha saiu na frente. Guru de executivos e chefes de estado, como a alemã Angela Merkel, Rifkin explica em seu último livro, The Zero Marginal Cost Society: The Internet of Things, the Collaborative Commons, and the Eclipse of Capitalism (A sociedade do custo marginal zero: a internet das coisas, os bens comuns colaborativos e o eclipse do capitalismo), como a internet das coisas está dando origem à economia do compartilhamento, que deverá superar o capitalismo até a metade do século. 

P: O senhor diz que o capitalismo vai ser colocado em segundo plano pela economia colaborativa. Muita gente se assusta com a ideia de um mundo onde o capitalismo não é o único caminho?
Sim, mas talvez o mesmo tanto de pessoas ache essa possibilidade intrigante e mesmo esperançosa. O capitalismo está dando à luz uma espécie de filho, que é a economia do compartilhamento e dos bens comuns colaborativos. Ela é o primeiro sistema econômico a emergir do capitalismo desde o socialismo no século XX. Nós viveremos em um sistema econômico híbrido, composto pela economia de troca no mercado capitalista, e pela economia do compartilhamento.  
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20/05/2016

Senado lança enquete para saber se você é contra o limite de dados da internet

O Governo Federal quer saber a opinião dos internautas em relação a um dos temas mais polêmicos que dominou o noticiário tecnológico nos últimos meses: o limite de dados da internet fixa. Em uma enquete disponível no site oficial do Senado, os usuários podem responder as questões que ficarão disponíveis neste link até 15/06.
De acordo com a página, as perguntas são relativas à proibição da limitação de consumo de dados na internet banda larga fixa e têm como base os projetos de lei 174/2016 e 176/2016, além da SUG 7/2016.
  1. Você é a favor ou contra a limitação de consumo de dados na internet de banda larga fixa?
  2. Em sua opinião, limitar o consumo de dados está ou não está de acordo com os princípios previstos no Marco Civil da Internet?
  3. Você é a favor ou contra o bloqueio coletivo de aplicativos de comunicação por decisões judiciais?
  4. Em sua opinião, com a limitação do consumo de dados na internet de banda larga fixa: